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ANITTA BARROCO

"AQUAE FLAVIAE"

"AQUAE FLAVIAE"

Amigos São Flores e Poemas

Amigos são flores...
 
São flores plantadas ao longo do nosso caminho para que saibamos encontrar
primavera o ano todo.
 
Quando o outono chega, cheio de beleza e melancolia, os amigos estão
presentes nos trazendo alegria.
 
E, quando o inverno vem frio e escuro, trazendo saudades e noites longas, os amigos
nos trazem calor e luz com o brilho da sua presença.
 
Essas flores belas perfumam nossa existência e nos fazem ver que não
estamos sozinhos.
 
Se amigos são flores que duram um ano ou um dia não faz diferença, porque o
importante são as marcas que deixam nas nossas vidas.
 
São as horas compartilhadas, horas de carinho, horas de amor e cuidado.
 
Um amigo que se doa sem esperar um retorno, que se entrega pelo prazer de
ver a felicidade do outro, é uma flor que merece cuidados especiais; um ser
grande e importante que nos emociona só pelo facto de existir.
 
É alguém que consegue chegar até à nossa alma... É um presente de Deus.
 
Se todo o mundo nos virar as costas e, no meio desse mundo, uma flor, nem que
seja uma única flor de amizade nascer em nosso jardim, então toda a vida já terá
valido a pena.
 
Amigos são poemas...
 
Os verdadeiros amigos são a poesia da vida. Eles enchem nossos dias de cores,
rimas e risos, e nos seguram a mão quando caminhar parece difícil.
 
Eles nos mostram que mesmo em dias nublados o sol está no mesmo lugar,
e nos ensinam que a chuva pode ser uma canção de ninar nas noites solitárias e
vazias.
 
Um amigo é alguém que nunca nos deixa só, mesmo quando não pode estar
presente, pois sabemos que um pedacinho do seu coração está connosco.
 
Um amigo é alguém que pensa na gente mesmo estando separado por mil mares...
 
É alguém por quem a gente sabe que vale a pena viver...
 
Um amigo nem sempre diz sim, quando dizemos sim, e não, quando dizemos não.
 
Mas ele vai nos fazer entender com mais clareza aquilo que não conseguimos
entender sozinhos.
 
Um amigo é um bem precioso que não devemos deixar guardado numa caixinha

de jóias, para usá-lo quando precisamos, mas tê-lo sempre presente junto

a nós, mostrando ao mundo que riqueza mesmo é ter um verdadeiro amigo.

Para o meu amigo Eduardo Cambra abraços do Barroquinho

Para ti Nadine

 

 

Ali vai a minha menina a passear

Sempre sorridente e a cantar

Feliz…sempre a saltitar!

 

Minha menina de doce olhar

Solta o cabelo… deixa-o esvoaçar

Canta, dança

Não deixes nunca de sonhar

 

Ai menina, minha linda menina

Tanto gosto de te olhar

Quando andas a brincar!

 

< Dedicado a minha sobrinha Nadine>

 

Santos Populares

 

São os Santos Populares

A marcha vai a passar

E como em todos os lugares

O Horácio vai a dançar.

 

As festas são alegria

Esta não é a primeira

Pensava eu que iria

Este ano à Ilha Terceira.

 

 A ideia que eu tinha

Não a pude concretizar

Na festa do Sr.Padre Gregório

Eu não pude participar.

 

A vida tem destas coisas

E nós não podemos alterar

Espero que deus me oiça

E um dia eu lá poder estar.

 

 

Parabéns pelos seus 25 anos de sacerdócio.

 

A VIDA ENSINA

 

Se você pensa que sabe;
que a vida lhe mostre o quanto não sabe.

Se você é muito simpático mas leva meia hora para concluir seu pensamento;
que a vida lhe ensine que explica melhor o seu problema, aquele que começa pelo fim.

Se você faz exames demais;
que a vida lhe ensine que doença é como esposa ciumenta: se procurar demais, acaba achando.

Se você pensa que os outros é que sempre são isso ou aquilo;
que a vida lhe ensine a olhar mais para você mesmo.

Se você pensa que viver é horizontal, unitário, definido, monobloco;
que a vida lhe ensine a aceitar o conflito como condição lúdica da existência.Tanto mais lúdica quanto mais complexa. Tanto mais complexa quanto mais consciente.Tanto mais consciente quanto mais difícil. Tanto mais difícil quanto mais grandiosa.

Se você pensa que disponibilidade com paz não é felicidade; que a vida lhe ensine a aproveitar os raros momentos em que ela (a paz) surge.

Que a vida ensine a cada menino a seguir o cristal que leva dentro, sua bússola existencial não revelada, sua percepção não verbalizável das coisas, sua capacidade de prosseguir com o que lhe é peculiar e próprio, por mais que pareçam úteis e eficazes as coisas que a ele, no fundo, não soam como tais, embora façam aparente sentido e se apresentem tão sedutoras quanto enganosas.

Que a vida nos ensine, a todos, a nunca dizer as verdades na hora da raiva.
Que desta aproveitemos apenas a forma direta e lúcida pela qual as verdades se nos revelam por seu intermédio; mas para dizê-las depois.

Que a vida ensine que tão ou mais difícil do que ter razão, é saber tê-la.

Que aquele garoto que não come, coma.

Que aquele que mata, não mate.

Que aquela timidez do pobre passe.

Que a moça esforçada se forme.

Que o jovem jovie.

Que o velho velhe.

Que a moça moce.

Que a luz luza.

Que a paz paze.

Que o som soe.

Que a mãe manhe.

Que o pai paie.

Que o sol sole.

Que o filho filhe.

Que a árvore arvore.

Que o ninho aninhe.

Que o mar mare.

Que a cor core.Q

ue o abraço abrace.

Que o perdão perdoe.

Que tudo vire verbo e verbe.

Verde.Como a esperança.

Pois, do jeito que o mundo vai,dá vontade de apagar e começar tudo de novo.

A vida é substantiva, nós é que somos adjetivos.

 

 

 

Alma

 

A alma é pois

Nada mais que o reflexo

De um quotidiano agitado

De amor, de dor.

De uma educação.

Sem explicação, sem nexo.

Algo interior.

 

Tua alma é pois,

Como a água.

Da água mais pura que possa existir.

Com tamanha ternura,

Tamanho carinho,

Tamanha esperteza,

Tamanho calor,

Que derrete o gelo

Em noites de Inverno.

 

Tu és puro,

Quase perfeito

Mas não há ser sem defeito

Assim como não há mar sem sal,

Noite sem dia

Bem sem mal...

 

Encontro de Idosos do Concelho de Chaves

Encontro de Idosos do Concelho de Chaves”, promovido pela Câmara Municipal, no âmbito das comemorações do Dia Internacional da Pessoa Idosa, superou todas as expectativas da organização.

A aprazível Nossa Sr.ª da Aparecida que fica situada em Calvão Chaves foi o palco do evento. Do programa constou muita animação, música, convívio.

 Esta iniciativa - que contou com o apoio das Juntas de Freguesia de Chaves., Santa Casa da Misericórdia,  Bombeiros Voluntários Flavienses, Bombeiros Voluntários de Salvação Pública, Casa de Santa Marta e Delegação de Chaves da Cruz Vermelha Portuguesa.

Visa, entre outros aspectos, potenciar uma grande dinâmica relacional, com especial destaque para a partilha de histórias de vida, reencontros de amigos e experiências comuns. Trata-se,  de “um importante instrumento de combate ao problema da solidão e isolamento vivido por uma parte da população idosa do concelho e facilmente comprovado pelo número, cada vez maior, de participantes neste encontro”.

 

Chaves 24 de Junho de 2007

 

 

 

Noite de São joão

 

 

Mais um São João acontece na minha aldeia (Tronco Chaves). A noite mágica da Invicta aproxima-se. Algo de especial se sente. Que magia é esta que invade o povo de Tronco? É algo que se sente. Que não se explica. Os cidadãos da velha urbe nesta noite se modificam. Tornam-se diferentes, juntando-se durante a noite numa comemoração única em todo o Mundo. Num espírito de comunidade e de festa que raramente se tem no quotidiano.
Esta festa não se pode entender. E ainda bem. Deve-se sentir. Sentir intensamente. De modo a que a magia do São João invada todos os que estiverem nas aldeias e cidades.

Esta foi a minha noite de São João, que passei juntamente com a família e amigos.

 

 

 

S.João

 

Olá mana espero que gostes, pois eu adorei a noite de ontem estavas brilhante juntamente com o teu colega.

Mana Gues, e já agora feliz dia de S.João. bjs

  

Passarinho ( poema para Português)

Fotografia de (Anabelabarroco)

 

 

Toda esta noite o passarinho cantou,
Sorriu, voou, cantarolou eternamente!
Alma de passarinho, alma de gente
Tu és, talvez. alguem que me conquistou!

Tu és, talvez, um pássaro que me encantou
Que me alegrou, profundamente
Talvez sejas a alma, a alma que me finalizou
De alguém que quis voar e nunca voou.

Toda a noite cantas-te..e eu cantei
Talvez porque, ao ouvir-te, constatei
Que ninguém é mais feliz do que nós!

Cantas-te tanta coisa à noite calma
Que eu pensei que tu eras minha alma
A alma que conquistou a nossa voz!

Eu gosto mas é do verão

<Chega o calor e instala-se a confusão. Por todos os lados, miúdas e mulheres de todos os estilos, atravessando todas as gerações, recuperam tops, calções e saias curtas dos seus armários. A febre da praia que dá cabo da pele e do cabelo funciona como um afrodisíaco poderoso; depois de um fim de semana a torrar sob o raios UVA e UVB, executivas e directoras comerciais, balconistas e enfermeiras, professoras e alunas regressam à rotina com aquilo a que se chama bom aspecto. E o bom aspecto, bronzeado e saudável, tem o condão de perturbar os homens que se encontram por perto. Um amigo meu, do tipo engatatão genético que nunca deixa de reparar numa mulher bonita seja em que circunstância for, comentava-me, num misto de prazer com desespero, que o Verão é um inferno e não é por causa do calor.

Com as mulheres passa-se a mesmíssima coisa. Embora a cultura latina nos tenha ensinado a abusar de parcimónia nos nossos comentários sobre os homens e o bom senso nos proíba de os pronunciar em frente aos maridos ou namorados, o Verão também não nos passa ao lado. Para muitas mulheres, representa um verdadeiro suplício ir ao ginásio e ver rapaziada a treinar de calções, beber uma sangria ao final da tarde numa esplanada junto ao rio ou no centro de qualquer cidade e ver o sexo oposto que se cruza pelo caminho com t-shirts dois números abaixo do que é suposto.

Ocalor puxa o espírito aventureiro e convida a actos inconsequentes. As férias, aquele período do ano em que uma pessoa tem de descansar e tem de se divertir – outra contradição lusa difícil de gerir – estão à porta e as escapadelas da rotina ganham outro encanto. As esplanadas nas praias transformam-se em autênticos viveiros de elevado interesse turístico e não só para novos e velhos, solteiros, casados, namorados e amigados. O mesmo acontece nas praias, piscinas ao ar livre, clubes nocturnos, festivais de música e todo o tipo de eventos. As pessoas andam tão atentas que até uma paragem num sinal de trânsito se pode transformar num encontro pseudo-amoroso.

A testosterona anda no ar e, entre ritmos afro-cubanos e hits mais ou menos caramelos que as rádios nacionais insistem em ressuscitar durante mais um Verão, há uma sensação no inconsciente colectivo de acordar para a vida. É o Verão a chegar e a abanar o sistema imunitário da fidelidade. 
Vale a pena combater a força da mãe natureza? Talvez, mas é como deixar encher uma barragem até ao limite; o risco de rebentarem as comportas aumenta de dia para dia.
E depois, salve-se quem puder.>

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