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ANITTA BARROCO

"AQUAE FLAVIAE"

"AQUAE FLAVIAE"

PALAVRAS"1

 

 

  • Citação: ato de repetir de modo errado as palavras alheiras (Ambrose Bierce)

     

  • A palavra Futuro é uma palavra em decadência. (Octavio Paz)
  • As palavras verdadeiras não são agradáveis e as agradáveis não são verdadeiras. (Lao-Tsé)
  • Opinião pública é o que as pessoas acreditam que as outras pessoas pensam. (Alfred Austim)
  • Escrevo sem pensar, tudo o que o meu inconsciente grita. Penso depois: não só para corrigir, mas para justificar o que escrevi. (Mário de Andrade)
  • A eloqüência é a arte de aumentar as coisas pequenas e diminuir as grandes. (Sócrates)
  • Tudo já foi dito uma vez, mas como ninguém escuta é preciso dizer de novo. (André Gide)
  • O mais valioso de todos os talentos é aquele de nunca usar duas palavras quando uma basta. (Thomas Jefferson)
  • Os sentimentos verdadeiros se manifestam mais por atos que palavras.
  • A palavra é metade de quem a pronuncia, metade de quem a ouve. 
    (Michel Montaigne)
  • As palavras antigas são as melhores; as breves, as melhores de todas. (Winston Churchill)
  • Não zombe das bobagens que os outros dizem. Podem representar uma oportunidade para você. (Winston Churchill)
  • Uma frase inteligente não prova nada. (Voltaire)

  • Eu discordo do que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo. (Voltaire)

     

     

     

  • PALAVRAS

  • Cuidado com as palavras muito bem intencionadas, muito bem trabalhadas, muito bem torneadas. Nelas estão contidas mensagens que podem lhe destruir. O poder das palavras é muito forte, se usadas para o mal podem desmontar os displicentes.

  • As palavras trazem em sua trajetória o poder de uma lâmina afiada.

  • NÃO é a mais fácil e cômoda palavra que existe. Se alguém diz não, os problemas acabaram. Os problemas realmente começam quando você diz SIM. (Victor Civita)

  • O mais difícil não é escrever muito; é dizer tudo, escrevendo pouco.

  • Quem escreve deve saber que suas criações não são mais suas, mas de quem as lê... (Claudia Letti)

  • Um contrato verbal não vale a tinta que é assinado. (Samuel Goldwyn )

  • Suas palavras estalam como gravetos pisados na floresta, crepitam como lenha queimando, qüe fazem meus olhos chorando. (Clélia Romano)

  • O ser humano inventou a linguagem para satisfazer a sua profunda necessidade de se queixar. (Lily Tomlin)

  • As pessoas que falam muito mentem sempre, porque acabam esgotando seu estoque de verdades. (Millôr Fernandes)

  • Filmes têm diferentes receitas para grandes sopas, servidas para 300, 400 pessoas por vez. Um livro é um jantar solitário.(Michael Ondaatje)

  • (Sobre a diferença entre as falas de Portugal e do Brasil) : Nós demos aos brasileiros a terra, o povo e a língua - e nós é que temos sotaque! 
    (Raul Solnado)

  • Ópera em inglês faz tento sentido quanto beisebol em italiano. 
    (H. L. Mencken )

  • Não quero saber em que língua a ópera será cantada - desde que seja em uma língua que eu não entenda (Wilson Mizner )

  • As palavras são pequenas formas no maravilhoso caos que é o mundo; formas que focalizam e prendem idéias, que afiam os pensamentos, que conseguem pintar aquarelas de percepção. (Diane Ackerman)
  • NASCER DO SOL

    A vã manhã caminha até aos meus pés,
    Pára, parece reflectir um pouco,
    Depois, já decidida, sobe os rodapés
    E vai-se instalar num corrimão louco.

    Louco sim, porque de tanta invernia
    Não sei com ainda não caiu!
    Entanto a luz sobe a escadaria,
    E vai-se instalar junto à sombra que sumiu.

    As portas dos quartos estão agora
    Iluminadas, enquanto a luz prossegue
    A sua caminhada! Nisto, lá fora,

    O sol já se instalou por completo
    E o meu coração, até que sossegue,
    É um relógio de corda incompleto.

     

     

     

     

     

    Jorge Humberto

     

    PALAVRAS QUE CHORAM

     

     

     

     

    palavras que choram
    são lágrimas que caem 
    são sentimentos que no coração moram
    são sentimentos que do coração saem.
    é dor que sai do nosso coração
    é paz que alivia a nossa alma
    é o fim de um furacão 
    e o começar da calma.
    é sossego que invade o nosso ser
    é vazio que se sente no peito
    são lágrimas pelo rosto a escorrer
    por algum mal que nos foi feito.
    lágrimas que caem
    são sentimentos que no coração moram
    e que quando do coração saem
    são palavras que choram.

    LIBERDADE DE VIVER

     

    Sinto uma tristeza

    Sem fim

    Dentro de mim

    O meu coração

    Bate como um relógio

    Sinto um califrio

    Dentro de meu ser

    Esta dor é tão forte

    Que quase me derroba

    A minha mente

    Desapareceu no infinito

    Não sei explicar

    Este vazio dentro

    Do meu corpo

    Como continuar

    Gostava de ser uma semente

    Para ser transportada pelo vento

    Gostava de soltar a minha mente

    E deixa-la á deriva por um momento

    Sem parte definida

    Sem local de chegada

    Sem destino predemitado

    Queria voar, voar, voar,...

    Queria sentir, sentir,...

    Queria apanhar,...

    Essa liberdade de viver

    Ser livre no tempo

    Soltar todo o meu ser

    Libertar-me das amrras da vida

    Ser livre de voar pelo mundo

    Ai, como eu queria ser assim

    Poder dar fim

    A esta dor que queima dentro de mim

     

    PORQUÊ?

     

     

    Porquê?
    Porquê a vida é assim?
    Porquê com sofrimento?
    Presumo que não acha resposta
    Alguma para tais interrogações...
    Esse sofrimento continuo
    Nunca mais me deixa só,
    Começo a pensar que já faz parte de mim
    Persegue-me para todos os lados...
    Amo-te... Que mais dizer?
    É esse sentimento que abarca
    Todo o meu ser.
    Porquê não te posso ter a meu lado?
    Abraçar-te, beijar-te. acariciar-te?
    Porquê?
    O que Te fiz eu para adquirir todo
    Esse sofrimento?
    Deve ter sido algo de horrível...
    Então? Não respondes??
    Oh Tu, Deus Todo Poderoso...
    Já fiz-te bem o que crias-Te?
    Crias-Te o Amor...
    Amor é apenas uma maneira simpática
    De dizer sofrimento...
    Sentimento esse que arrasta
    Os jovens eternamente apaixonados
    Para a morte...
    A mim quase levas-te
    Mas felizmente consegui resistir
    Com todas as minhas forças...
    Será felizmente??
    Haver vamos...
    -
    Mas há uma estranha beleza
    na suprema tristeza
    que encanta aqueles que a vislumbram,
    Pois enquanto lutava por cá ficar
    Conheci pessoas excepcionais,
    Extremamente simpáticas, que me ajudaram
    A convencer por cá ficar...
    Perderam horas e horas
    Falando comigo, dando conselhos...
    Mas porquê o fizeram?
    Porquê se deram ao trabalho
    De salvar a vida de um desconhecido? 
    Que diferença lhes fazia?
    Sentir-se-ão melhor ao fim do dia
    a pensar "tentei ajudá-lo"?
    Penso que não, não gosto de pensar
    Desse modo... Ajudaram-me porque...
    Porque...
    Queriam fazer de mim uma prova viva
    De que o amor não mata...
    E muitas outras razões com certeza...

    Há momentos

    ¨`*• (¨`·.·´¨) .•*´
          ¨`*• .`·.¸(¨`·.·´¨) .•*´
          ¨`*• ♡ × `·.¸.·´  
    (¨`·.·´¨)
    ♡ Há momentos na vida
    .`·.¸(¨`·.·´¨) em que se deveria calar
     ♡ ×`·.¸.·´  e deixar que o silêncio
    (¨`·.·´¨)
    ♡   falasse ao coração,
    .`·.¸(¨`·.·´¨)
       pois há sentimentos
     ♡ ×`·.¸.·´      que a linguagem não expressa
    (¨`·.·´¨)
    ♡      e há emoções que as palavras
    .`·.¸(¨`·.·´¨)
          não sabem traduzir.
     ♡ ×`·.¸.·´            
          ¨`*• (¨`·.·´¨) .•*´
          ¨`*• .`·.¸(¨

    Esta Noite

    Esta noite
    no silêncio destas paredes sombrias
    cheias de palavras consumidas
    a lua dança com gestos de encantamento
    e as estrelas sorriem de prazer.

    Esta noite
    invento-te nesta distância magoada
    onde as palavras repousam
    nos lábios ausentes que riem e se alimentam
    de sabores sonhados .

    Esta noite
    arde uma fogueira de nostalgia
    e o mistério absorvente da tua luz
    entra em mim mansamente.

    Aqui
    longe de ti e de tudo
    sinto-me bem dentro de ti
    e deixo-me ficar.

     

    António Sem

    Pág. 3/3

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