Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

ANITTA BARROCO

"AQUAE FLAVIAE"

"AQUAE FLAVIAE"

Palavras que choram

são lágrimas que caem 

são sentimentos que no coração moram

são sentimentos que do coração saem.

é dor que sai do nosso coração

é paz que alivia a nossa alma

é o fim de um furacão 

e o começar da calma.

é sossego que invade o nosso ser

é vazio que se sente no peito

são lágrimas pelo rosto a escorrer

por algum mal que nos foi feito.

lágrimas que caem

são sentimentos que no coração moram

e que quando do coração saem

são palavras que choram.

  Madalena Santos     

Joel Delgado

 

 Saudade não tem forma nem cor; não tem cheiro nem sabor. 

Fala-se nela, mas não se vê; só pensa nela quem acredita. 
Ela é parte da ausência; ela é parte do amor; ela tem realidade, mas quem a tem sente dor, uma dor miudinha, que cresce no coração, e que nunca vem sozinha… 
Acompanha a solidão; quem a sente nunca esquece, nem nunca esquecerá, o sentimento que não adormece, por alguém que não está!

 

 

 

Rosto Simples... Sorriso Cativante... A Humanidade irá Recordar... O Coração irá Guardar...

NOITE DAS COMADRES

recados personalizados



 

SONHAR

bonitas do orkut



 

Sonhos

comunidade de scraps



 

Descem as águas calmas

 

 

 

 

 

Descem as águas calmas da nascente
Fluem
rodopiantes nas pedras moldadas pelo tempo
Ecos suaves crescem e expandem o sol
Na
Mais bela cor que é a tua

Tem asas o teu espírito na imensidão
Onde borbulham orvalhos
Películas coloridas matinais
Nos sonhos despertos em ti

Cantas melodias, expandem-se universos
Falas do amor, da Humanidade
As palavras soltam na ponta dos teus dedos
O gosto a mel num olhar verdejado

O coração nobre, num olhar espelhado
Correm flores, saltam pássaros
Esvoaçam
borboletas
Num sorriso
único desenhado
 
Dan Gibson
http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=118005
 

Sonetos : VIVER A VIDA

Das agruras que a vida me deu,
Somente a esperança restou,
A mim próprio se comoveu,
E não outro por mim só aqui estou.

Tinha muito que dizer desta vida,
O quanto em mim ela me pesou,
Mas, a dada altura, ela foi vivida,
E o que era duro leve se tornou.

Ainda hoje me pergunto o porquê
De tanta incongruência assim,
Se tudo o que visionava perto se vê,

Quando descobri que é melhor viver
Do que morrer em vida aqui,
Onde cabe-nos apenas enaltecer.


 

 

Jorge Humberto

http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=4745

 

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

VISITAS

contador grátis

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D