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ANITTA BARROCO

"AQUAE FLAVIAE"

"AQUAE FLAVIAE"

Belém

Já era muito tarde quando chegaram a Belém, e Maria estava muito cansada. A cidade estava cheia de gente e de barulho, por causa de todos os que tinham vindo registar-se.

José tentou encontrar um quarto nas várias estalagens, mas já nenhuma tinha lugar.

Continuaram a percorrer as ruas à procura de um lugar onde dormir, José puxando o burro pela arreata e Maria montada nele.

Bateram à porta da última estalagem da terra, mas também aí já não havia lugar. Havia um estábulo perto, que estava limpo e era abrigado.

José levou-os até lá. Ajudou Maria a descer do burrinho e fez uma cama com palha, que cobriu com uma manta, para todos descansarem.

À meia noite, o filho de Maria nasceu.
Maria embrulhou-o num pano e José encheu uma manjedoura com palha limpa e fofa e nela deitaram o bebé.
Chamaram-lhe Jesus, tal como dissera o anjo.

VIRÃO ADORAR-VOS, SENHOR,

 

Virão adorar-Vos, Senhor,

                     todos os povos da terra.

 

Ó Deus, concedei ao rei o poder de julgar

e a vossa justiça ao filho do rei.

Ele governará o vosso povo com justiça

e os vossos pobres com equidade.

 

Florescerá a justiça nos seus dias

e uma grande paz até ao fim dos tempos.

Ele dominará de um ao outro mar,

do grande rio até aos confins da terra.

 

Os reis de Társis e das ilhas virão com presentes,

os reis da Arábia e de Sabá trarão suas ofertas.

Prostrar-se-ão diante dele todos os reis,

todos os povos o hão-de servir.

 

Socorrerá o pobre que pede auxílio

e o miserável que não tem amparo.

Terá compaixão dos fracos e dos pobres

e defenderá a vida dos oprimidos.

 

O sinal dado aos pastores

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8Naquela região havia pastores que passavam a noite nos campos, tomando conta do rebanho. 9Um anjo do Senhor apareceu aos pastores; a glória do Senhor os envolveu em luz, e eles ficaram com muito medo. 10Mas o anjo disse aos pastores: “Não tenha medo! Eu anuncio para vocês a Boa Notícia, que será uma grande alegria para todo o povo: 11hoje na cidade de Davi, nasceu para vocês um Salvador, que é o Messias, o Senhor. 12Isto Ihes servirá de sinal: vocês encontrarão um recém-nascido, envolto em faixas e deitado na manjedoura”, 13De repente, juntou-se ao anjo uma grande multidão de anjos. Cantavam louvores a Deus, dizendo: 14”G1ória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens por ele amados”.

O Anuncio do Nascimento de Cristo aos Pastores

 

 

 

 

Na noite em que Jesus nasceu, havia pastores no campo guardando seus rebanhos. Um anjo do Senhor apareceu, e eles se atemorizaram, mas o anjo disse:

“Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo:

José e Maria a caminho de Belém

 

...e teve um filho primogénito, e o enfaixou e o deitou em uma manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.

Quanto ao mais, funcionou a imaginação.

Envolver a criança em faixas era um costume hebreu que tinha por objectivo não apenas aquecer a criança, mas também limitar seus movimentos.

Acreditava-se que isso garantiria braços e pernas fortes e sem problemas.

Nesse ínterim, pastores que cuidavam de seus rebanhos, nas cercanias de Belém, foram visitados por um anjo. Este os informou de que o emissário divino, aguardado com grande expectativa pelo povo judeu, chegara finalmente. Haveriam de encontrá-lo numa manjedoura, envolto em panos.

Outros anjos apareceram e, num coro celestial, entoaram, em glorioso cântico, a proclamação:

Glória a Deus nas Alturas, paz na Terra aos homens de boa vontade.

Pouco depois, os pastores encontraram Jesus como fora indicado, e lhe renderam homenagens.

 

 

A MENSAGEM DE DEUS PARA MARIA

Deus escolhe sempre alguém para nos comunicar as suas mensagens. Por vezes escolhe os nossos pais, os catequistas, os nossos amigos, os professores e muitas outras pessoas.

Foi assim que, desta vez, Deus resolveu confiar a Maria, uma jovem de Nazaré, uma missão muito importante. Por isso lhe enviou uma mensagem através de um anjo que era seu mensageiro. O mensageiro que Deus escolheu para enviar a sua mensagem chamava-se Gabriel.

Maria estava noiva de um rapaz chamado José, o qual pertencia a uma família da qual Deus gostava muito.

O anjo Gabriel aproximou-se de Maria e disse-lhe: Olá, Maria, Deus gosta muito de ti! Podes considerar-te uma rapariga feliz, pois foste beneficiada pelas bênçãos do Céu!

Maria não era vaidosa nem se julgava muito importante. Ao ouvir esta mensagem, ficou admirada. Para dizer a verdade, ela não entendia bem o que aquelas palavras queriam dizer.

Mas Gabriel insistiu: Deus vai escolher-te para uma missão muito importante. Maria sabia que Deus chama homens e mulheres, rapazes e raparigas para realizarem missões importantes. Mas como era muito simples não pensava que Deus a pudesse escolher a si.

Mas Deus é assim: prefere sempre gente não orgulhosa nem maliciosa para realizar os seus planos.

Deus escolheu Maria para ser a mãe de alguém muito importante, do qual Maria já tinha ouvido falar. Os profetas e os homens do Antigo Testamento falaram do Filho de Maria muitos séculos antes de Ele ter nascido.

Maria já tinha ouvido falar muitas vezes do Messias, isso é, o consagrado por Deus para salvar todos os homens.

Maria tinha muita fé em Deus, por isso acreditava que o Senhor ia enviar o Messias muito em breve. Mas nunca pensou que o Salvador pudesse vir a ser seu filho.

Gabriel disse então a Maria: foste escolhida para seres a mãe do Salvador, o Messias de Deus. Vais pôr-lhe o nome de Jesus, acrescentou o anjo, pois é esta a vontade de Deus. Depois, Gabriel acrescentou: ele será chamado Filho do Deus Altíssimo (Lc 1, 32).

Maria não estava a entender muito bem tudo o que isto queria dizer, mas como tinha muita fé e confiança em Deus, disse ao anjo: Faça-se em mim a vontade de Deus. Eu quero ser a serva do Senhor.

O anjo Gabriel, ao ver que a mensagem que Deus lhe confiara fora entregue e aceite ficou muito contente e retirou-se.

 

3º Semana do Advento...

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Era uma vez um menino...

Era uma vez um menino que se chamava Rafael.
Um dia ele ouviu o pai a falar com a mãe, que iam preparar uma festa para festejar o Natal.
O Rafael pensou logo em convidar o seu grande amigo João, que vivia numa barraca, numa zona muito pobre junto de um rio.
Como o seu amigo não tinha telefone teve de ir à casa dele.
Quando lá chegou perguntou:
- Está alguém em casa? - e ninguém respondeu.
Então ele decidiu entrar, e o João estava lá dentro.
- Então João, porque é que não respondeste?
- Porque estava distraído.
- Ah! Olha eu vim aqui, para te convidar para ires lá a casa passar o Natal.
- Não posso.
- Então porquê?

- Porque a minha mãe está doente.
- O que é que ela tem?
- Tem uma gripe muito forte.
- Ah! Mas se ela tomar um bom remédio, de certeza que vai ficar boa.
- Isso já eu pensei, mas eu não tenho dinheiro para ir ao médico nem à farmácia.
- Eu vou pedir aos meus pais.
- O Rafael foi ao carro e perguntou aos pais:
- Pai, podes emprestar dinheiro ao João, para ele ir comprar os remédios à mãe?
- Está bem eu empresto.
- Obrigado pai; eu adoro-te. Vou já contar ao João.
- Então o João foi comprar os remédios e a mãe ficou boa.
- No dia de Natal o João e a mãe foram lá a casa do Rafael e festejaram o Natal todos juntos.
- Só é pena, que todas as crianças não tenham um Natal assim nem um amigo como o Rafael.

 

 

O Desastre do Pai Natal

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Era véspera de Natal.
O Pai Natal estava a preparar-se para começar a viagem.
O trenó estava cheio de presentes, as renas estavam a acabar de comer.
Estavam todos ansiosos!
Depois começou a sua longa viagem pelo céu.
A certa altura atravessaram uma nuvem quase gelada.
As renas arrepiaram-se e despistaram-se... Perderam-se...
Eles andavam perdidos pelo céu, as renas andavam de um lado para o outro e como o trenó estava muito cheio, começaram a cair presentes. O trenó ia indo cada vez mais para baixo e foram bater numa árvore.
As renas ainda estavam arrepiadas e o Pai Natal já pensava:
- Se eu não deixo os presentes nos sapatinhos, as crianças vão pensar que eu não existo.
- Vamos renas, temos de voltar para o céu para finalmente distribuirmos os presentes.- Disse o Pai Natal.
- Mas, quando o Pai Natal reparou, o trenó estava partido. Eles tinham que refazê-lo. Então, repararam que alguém ainda tinha a luz acesa. O Pai Natal foi lá e perguntou:
- Pode emprestar-me um martelo e parafusos?
- Sim, eu empresto-lhe.- disse o sapateiro que ainda trabalhava.
- Obrigado. - disse o Pai Natal.
Depois de o trenó estar pronto, foram começar a distribuir os presentes.
Quando acabaram de distribuir os presentes, para casa felizes por terem resolvido tudo.

 

História do menino que ficou pequenino como um ratinho....

Era uma vez um menino, um menino que por acaso era muito parecido com o antoska. Comia muito bem porque queria crescer depressa e ficar muito alto. Ia para a cama sempre cedo apesar de gostar muito de ver o canal panda nunca fazia birras. Ele sabia que comer bem e dormir cedo faziam crescer. Mas uma vez e por causa de uns desenhos animados novos o menino não quis ficar na cama dele. Chorou e gritou tanto que o pai do menino acabou por ir buscá-lo. Nessa noite o menino ficou acordado até muito tarde. No outro dia de manhã o menino que até era parecido com o antoska, acordou muito mal disposto e não queria comer. Não quis os cereais que ajudavam a crescer e a ficar muito alto. Nessa noite voltou a não querer ir para a cama cedo por causa dos desenhos animados que por acaso eram horríveis. Quando a mãe dele lhe estava a vestir o pijama parecia que sobrava tecido. Era quase como se o menino estivesse mais pequeno.... O menino deitava-se agora sempre tarde. Nunca queria comer porque dormia pouco e ficava com a birra. Passados uns dias o menino estava mesmo mais pequenino. A roupa estava toda grande. E ele começou a ficar preocupado. Mas continuava a ficar acordado a ver os desenhos animados que eram horríveis. Uma vez acordou muito, muito pequenino. Ia para a escola dele e as pessoas não o viam. Quase o pisavam. Estava pequenino como um ratinho branco. Ele começou a chorar e foi para casa. Então os pais dele pegaram-lhe ao colo. Deram-lhe um grande abraço e disseram...

Sabes porque estás assim tão pequenino? Pequenino como um ratinho? Nós não te dissemos nada porque és um menino muito inteligente. Deixamos que ficasses a ver televisão até muito tarde. Não comias nada porque estavas sempre com a birra. Se queres ajuda, tens que pedir!

Então o menino começou a chorar muito e disse...

" meus pais, ajudem-me. Eu quero ser grande!"

Está bem. Esta noite vais para a caminha cedo.

E assim foi. De manhã o menino comeu um grande prato de cereais. Brincou cheio de energia, mas estava triste. Continuava pequenino. Mas agora já não era preciso os pais mandarem-no para a cama cedo. Quando o menino que por acaso era parecido com o antoska acabava de jantar, brincava um bocadinho com a mãe e o pai dele e ia para a cama dormir. E assim sem mais nem menos ele estava maior. Não demorou muitos dias até o menino ficar crescido outra vez. E o melhor é que ele andava a comer tão bem, e a dormir sempre cedo que as calças dele ficaram pelos joelhos! Então o menino que era muito inteligente percebeu...

"mamã, papá, obrigado..."

Obrigado por quê? perguntaram os pais

vocês ensinaram-me que se os meninos forem para a cama sempre cedo, acordam fortes cheios de fome e crescem muito depressa. Nunca mais me vou esquecer desta lição. Eu julgava que vocês queriam ficar sozinhos a ver televisão. Mas afinal só queriam que eu crescesse forte e saudável. Muito obrigado meus pais.

 

 

Autoria Carla Bandos

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